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07/02/09 - 17h21: Acabo de assistir ao filme "O Pequeno Príncipe".
O livro de Antoine de Saint-Exupéry chegou prá mim quando eu ainda era criança, no início do ginásio (1973). Eu tinha 11 anos e minha Tia Ana Maria me deu. Foi, de fato, meu primeiro livro. Só meu, quero dizer. A gente tinha em casa a coleção do Monteiro Lobato "O sítio do pica-pau amarelo" mas era dos 3, minha e dos meus 2 irmãos. Desconfio que só eu li todos (rs), mas era de nós 3.
Enfim, "O Pequeno Príncipe", era uma leitura super fácil, com desenhos e tudo... Revendo o filme hoje, não acredito mais que seja um livro pra crianças, como dizem. Já quando comecei a faculdade de Psicologia em 1982, comecei a enxergar muito mais coisas nele do que quando li. Naquela época, minha tia me ajudou muito a estrapolar as citações ao invés de lê-las apenas de forma literal. Mas, anos mais tarde, vi a profunda filosofia contida nele. Citações que permitem uma infinidade de interpretações e reflexões. Tenho meu primeiro exemplar até hoje. Tá meio rasgado depois de muitas mudanças, afinal, o pobrezinho morou até em repúblicas (rs). O fato é que se trata mesmo um livro pra se ter, ler e reler muitas vezes. E, a cada releitura, descobrir (ou seria enxergar?) mais longe e mais fundo. Bem, rever o filme agora, me encheu de curiosidade sobre o paradeiro do ator-mirim que interpretou o principezinho e fui fazer uma pesquisa na internet. Cheguei à esse blog de alguém que é tão fã do Pequeno Príncipe quanto eu e quero compartilhar isso com vocês. O material a seguir é desse Blog...
O filme
O
adorável e delicado clássico de inocência e descobertas, do autor
Antonie de Saint-Exupéry, chegou às telas pisando firme nas areias do
deserto do Sahara, com olhinhos voltados para as estrelas e espírito
brilhante reavivado pelas canções de Ala Jay Lerner e Frederid Loewe. A
história mágica de um piloto perdido no deserto e um menino vindo de um
lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que divertem,
encantam e tocam o coração. Alguém já aprendeu algo com uma raposa? Já
cuidou de uma rosa por ser a mais especial entre as outras? Já visitou
um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma
serpente? O universo, ou melhor, a vida, é um lugar encantador, ainda
mais quando se convive com O Pequeno Príncipe!
O filme “O Pequeno Príncipe” (The Little Prince,
1974) é um musical lindo, lindo, lindo. É fiel ao livro e traz atores
que convencem bastante. Destaque para Steven Warner como o
principezinho, Richard Kiley como o piloto, Gene Wilder (aquele mesmo
que fez Willy Wonka na primeira versão de “A fantástica fábrica de
chocolate”) como a adorável raposa e Bob Fosse como a serpente cruel.
Leiam o livro e aluguem. É choro na certa.
 
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08/01/09 01:33
Um dia a maioria de nós irá se separar.
Sentiremos saudades de
todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos
sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos. Saudades
até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas de finais de
semana, de finais de ano. Enfim... do companheirismo vivido. Em
breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum
desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar.
Quem sabe, nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar, conversar
algumas bobagens... Passarão dias, meses, anos... até este contato
tornar-se cada vez mais raro. Vamos nos perder no tempo... Um dia nossos filhos verão aquelas fotografias e perguntarão: "Quem são essas pessoas?
A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto... nos reuniremos para um último adeus de um amigo. Entre lágrimas, nos abraçaremos. Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por
fim, cada um irá para o seu lado para continuar a viver a sua vida
isolada do passado. E nos perderemos no tempo mais uma vez. Por
isso, fica aqui um pedido desta humilde amiga: não deixe que a vida
passe em branco e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes
tempestades...
“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que
tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos” (Vinícius de Moraes) Tia Joaninha, onde quer que a senhora esteja, os anjos estarão felizes! Fique em paz! Aos nobres amigos e amigas. Os de ontem e os de hoje que aqui agora se (re)encontram comigo... Eu os amo, muito, ainda, sempre e mais um dia! Inês pra alguns, Nezita pra outros... |
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| Como se faz durar um amor |
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03/01/09 01:44
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse: - Como se faz para manter um amor? A mãe olhou para a filha e respondeu: - Pega num pouco de areia e fecha a mão com força... A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão, com mais velocidade a areia se escapava. - Assim não dá... - Eu sei, agora abre completamente a mão... A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão. - Assim também não tá dando... A mãe, sempre a sorrir disse-lhe: - Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão semi-aberta como se fosse uma concha... fechada o suficiente para proteger e aberta sufiente para lhe dar liberdade. - Isso querida... É assim que se faz durar um amor...
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03/01/09 01:36
Te tenho com a certeza de que você pode ir, Te amo com a certeza de que irá voltar pra gente ser feliz. Juntos conseguimos ir mais longe. Você dividiu comigo a sua história, e me ajudou a construir a minha. Somos dois seres humanos inteiros. A nossa liberdade é o que nos mantém conectados. Viva todo o seu mundo, sinta toda a liberdade. E quando a hora chegar, volte. Que o nosso amor está acima das coisas desse mundo. Eu espero por você o tempo que for, Pra ficarmos juntos mais uma vez. E sempre...
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02/01/09 20:19
Eu li uma vez que os antigos egípcios
tinham cinquenta palavras para areia e os esquimós tinham cem palavras
para neve.
Eu queria ter mil palavras para amor, mas tudo que me vem à
cabeça é o jeito que você se encosta em mim enquanto dorme e não há
palavras para isso.
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